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WAZE PARA PEDESTRES

13:35
 Lançado em São Paulo no final de 2015, o aplicativo Sem Carro é uma ferramenta que tem potencial para chamar atenção. Considerado um "Waze para pedestres", esse app pretende ajudar aqueles que andam por aí sem carro e se apoiam no uso de outros modais.
A função principal do Sem Carro é traçar rotas para quem quer economizar na passagem e traz informações em tempo real dos transportes públicos. Em sua nova versão, o aplicativo passa a atender mais localidades além da capital paulista, como a cidade do Rio de Janeiro. A previsão, porém, é expandir o negócios para outras capitais e localidades do Brasil.


O que faz o Sem Carro?

 Em sua essência, o aplicativo mostra trajetos de metrô, ônibus, à pé, de bicicleta, de táxi – uma parceria com o 99 táxis – ou mesmo usando o aplicativo Uber. Além disso, dependendo do caminho, o Sem Carro sugere uma combinação de vários meios de transporte.
Além desse serviço, o Sem Carro mostra também locais próximos de vários tipos, como restaurantes, museus, academias, estações de metrô e muito mais. Clique no ícone com os três traços no canto superior esquerdo da tela e selecione a opção "Lugares". Depois disso, basta selecionar uma categoria e esperar que o aplicativo mostre as sugestões.
Clicando em um ponto destacado você pode ver mais sobre ele e abrir uma navegação de trajeto para saber como chegar lá de forma fácil. O Sem Carro possui uma lista de locais nos quais você pode alugar ou devolver uma bicicleta, o que facilita quem quer se locomover dessa forma mas ainda não possui uma bike própria.

Saiba oque são Impressoras 3D e conheça algumas de suas criações.

18:51
Você já deve ter ouvido falar sobre impressoras 3D, mas provavelmente ainda não tem uma em casa. Em breve essa historia pode mudar, essas máquinas estão se popularizando e promovendo mudanças profundas no mercado ao oferecer uma escolha entre produção em massa e customização, entre indústria e manufatura. A impressão 3D estreita a fronteira entre virtual e físico, mundo digital e mundo real.

O setor está deixando de ser apenas um hobby de poucos para se expandir a um mercado corporativo amplo, que engloba desde quem deseja apenas experimentar o que uma impressora 3D pode fazer até aqueles que desenvolvem produtos bastante específicos.

Nos últimos anos, alto preço e dificuldade de manuseio afastavam os interessados, mas isso está mudando. Com alguns dos últimos modelos, criar o produto que você quiser é apenas uma questão de gerar (ou baixar) um modelo de design virtual; modificá-lo, se for preciso, para adequar o objeto ao seu gosto, e então enviar o arquivo para ser impresso. Tão fácil quanto imprimir uma foto.

O que poucos sabem é que este tipo de tecnologia já é antiga e só ficou conhecida pela grande maioria das pessoas há pouco tempo.
Como funciona?
A impressão 3D, ou Fused Deposition Modeling (FDM) (modelagem por fusão e depósito) funciona basicamente através da adição de camadas sobrepostas. Os objetos são impressos camada por camada até ser moldada a forma final. Para se criar um objeto a ser impresso em 3D, ele deve ser desenvolvido em um computador. Após criar o modelo tridimensional é necessário inseri-lo no software da impressora. O criador ainda deve definir as dimensões da imagem. O software da impressão irá compilar todos os dados e sistematizar em várias camadas. Em seguida inicia-se a impressão. Nesta etapa o injetor de matéria esquenta e suga um filete plástico que está na bobina. Na medida em que o material derrete, ele é injetado em uma base, que se movimenta em dois eixos e cria as camadas. O processo então é feito camada por camada, desta forma, quando uma fica pronta, outra se inicia até que o objeto fique totalmente pronto.
Os materiais mais comuns utilizados nas impressoras 3D são o plástico ABS (ou Acrilonitrila Butadieno Estireno). Este tipo de polímero é bastante rígido e leve, apresentando um bom equilíbrio entre resistência e flexibilidade e o PLA (ácido poliático), que é um polímero biodegradável, produzido a partir de ácido láctio fermentado a partir de culturas. Lembrando que eles não são os únicos, mas sim os mais comuns. Também existem as impressoras 3D por fusão a laser. Neste caso, os materiais utilizados mais comuns são o plástico e metal. Diferentemente das impressoras de fusão e acumulação, em que a matéria-prima é fornecida por filamentos plásticos, aqui o material é em formato de um pó ultrafino que é bombardeado por um laser de alta potência até que entre em ponto de fusão para formar as camadas.
Para que um objeto seja impresso com a tecnologia tridimensional é preciso que se tenha um projeto e software de edição 3D instalado no computador. Muitas empresas que investem na fabricação deste tipo de equipamento oferecem também aplicativos, que facilitam o uso da tecnologia tridimensional, como é o caso da impressora de brinquedos lançada pela Mattel. Pode-se investir também em cursos gratuitos na internet, que ensinam como criar projetos em 3D.
Quanto custa uma impressora 3D?
O mercado das impressoras 3D expandiu muito nos últimos anos e já existem fabricantes brasileiras do produto. Ou seja, para adquirir a máquina pode-se optar por um modelo importado, ou um fabricado aqui mesmo, no Brasil. No Mercado Livre há diversas opções do produto, com preços que variam entre R$ 1.200 a R$ 19.599. Em breve a impressora 3D de brinquedos da Mattel, deve chegar ao mercado custando U$ 300 dólares (cerca de R$ 1.200), preço muito mais em conta do que o habitual cobrado pelas impressoras 3D.

Algumas criações feitas com impressoras 3d.

Fones de ouvido
Um dos objetos que as impressoras 3D são capazes de fazer são fones de ouvido feitos especialmente para se adaptar ao formato do ouvido do usuário.

Comida

 Além de objetos, as impressoras 3D também permitem fabricar comida, de vários tipos. Você pode escolher entre o modelo criado no MIT que faz sorvete em 15 minutos, a impressora inglesa que imprime frutas graças à tecnologia de gastronomia molecular e a Pancake Bot, que faz comida em formatos inusitados, como da Torre Eiffel.

Para os chocólatras de plantão, tem uma impressora feita especialmente pensada em vocês, a Chocabyte. O modelo, compacto e baratinho, tem formato de cafeteira e é capaz de produzir os chocolates mais variados, basta escolher o modelo que você preferir, com tamanho de 5 centímetros de largura e altura, por 2,5 centímetros de espessura.

Veículos
 Não somente objetos pequenos e compactos podem ser criados pelas impressoras 3D. Depois da Airbike, a bicicleta feita de nylon, chegou a vez de criar nada mais, nada menos que um carro usando a tecnologia. O veículo foi apresentado na mostra internacional Manufactoring Technology Show, em setembro de 2014, e teve seu test drive feito por jornalistas americanos nas ruas de Nova York. O mais inusitado é que o carro pode ser derretido para dar forma a um novo.

Construções
 Se você ficou surpreso com o item anterior, certamente ficará com este também. Impressoras 3D foram capazes de fabricar casa, prédio e até castelo. Isso mesmo. Depois do projeto de construção de um prédio totalmente a partir desta tecnologia, e da produção de casas impressas em 3D com lama com o objetivo de ser uma solução mais acessível, chegou a vez dos castelos.


 Projetado pelo americano Andrey Rudenko, o castelo foi criado com as dimensões de uma casa para crianças. Ele foi fabricado na impressora RepRep, que é um projeto de código aberto bastante popular entre os entusiastas da técnica em 3D. O dispositivo imprimiu camadas de concreto de 1 centímetro de altura por 3 centímetros de largura e seu acabamento é melhor do que o de outras impressoras 3D de concreto.

Instrumentos Musicais
 As impressões tridimensionais já começaram a invadir o mundo da música, como, por exemplo, a guitarra brasileira com estrutura totalmente criada através de impressoras 3D. O modelo da Robtec foi apresentado em 2014 no 11º Seminário de Tecnologias, em São Paulo. Ainda, um grupo de estudantes da Universidade de Lund, na Suécia, se tornou a primeira banda a fazer um show a partir de instrumentos inteiramente fabricados a partir de impressoras 3D.


 O professor Olaf Diegel foi a primeira pessoa de que se tem notícia a produzir um instrumento em uma impressora tridimensional, um saxofone, há mais de dois anos. A apresentação da banda contou com duas guitarras elétricas, uma bateria e um teclado, todos desenhados por Diegel e produzidos através de impressora 3D.

Avanços na medicina
 Uma das utilidades mais significativas dos objetos impressor em 3D, senão a melhor delas, é poder ajudar na medicina. Cada vez mais, a tecnologia é capaz de produzir objetos que ajudem em pesquisas ou no tratamento ou recuperação de pacientes com os mais diversos tipos de doença. Já foram criadas, por exemplo, mandíbula humana e mapas impressos em 3D para ajudar deficientes visuais.

No entanto, o mais comum são as próteses, das mais diversas. Desde a prótese de braço para um menino que nasceu sem o braço direito, 114 vezes mais barata do que a oferecida por seus médicos, até a prótese de vértebra. Ainda, cientistas conseguiram criar cartilagem a partir de impressora 3D, além do exoesqueleto que foi capaz de ajudar uma mulher paralisada a andar.

Agora um vídeo que mostra um pouco da funcionalidade de uma impressora 3D.



Realidade Virtual

17:18

A RV (Realidade virtual) é uma tecnologia de interface avançada entre um usuário e um sistema operacional. O objetivo dessa tecnologia é recriar ao máximo a sensação de realidade para um indivíduo, levando-o a adotar essa interação como uma de suas realidades temporais. Para isso, essa interação é realizada em tempo real, com o uso de técnicas e de equipamentos computacionais que ajudem na ampliação do sentimento de presença do usuário.
Além da compreensão da RV como simulação da realidade através da tecnologia, a RV também se estende a uma apreensão de um universo não real, um universo de ícones e símbolos, mas permeando em um processo de significação o espectador desse falso universo o fornece créditos de um universo real. Em suma, uma realidade ficcional, contudo através de relações intelectuais, a compreendemos como sendo muito próxima do universo real que conhecemos.

A RV pode ser utilizada em uma diversidade de coisas, que envolvem desde jogos, entretenimento, ensino, dentre outras inúmeras possibilidades possíveis.


Está ficando muito conhecido a RV através do Oculus Rift, que é um bom exemplo de como pode ser utilizado esta "nova ferramenta".
Sendo muito utilizada atualmente na área dos jogos e entretenimento, mas também com grande expectativas na área de ensino em escolas, simuladores e até mesmo na área da saúde.





Sem dúvidas é uma ferramenta que será muito útil em um futuro não muito distante e que virá a contribuir, e muito, com nossa evolução tecnológica.
Fonte: Wikipedia

Correio drone já está presente na Austrália.

19:18

O Australia Post, serviço australiano de correios, concluiu com sucesso o uso de drones para entregar pequenos pacotes, o que abre caminho para que o teste de entregas à domicílio de consumidores comece ainda em 2016.

A empresa estatal informou que os drones serão usados para entrega de itens comprados online e de produtos sensíveis, como medicações.

“Nós colocaremos essa tecnologia inovadora para funcionar nas próximas semanas e meses para entender o que ela pode entregar, quão longe pode viajar e como nossos consumidores poderiam receber um pacote”, afirmou Ahmed Fahour, diretor do Australia Post.

Os serviços postais de todo o mundo estão sofrendo com a queda de seu negócio central, o de entrega de cartas, à medida que os clientes recorrem à internet para usar desde formas de correspondência até cartões de saudação.

O Australia Post é a primeira empresa do país a usar drones para fazer entregas, mas é improvável que consiga penetrar nas maiores cidades. O protótipo da Amazon colocado no ar no ano passado teve de voar 24 quilômetros até o destino final.

Fonte: G1

Carros autônomos: Beneficios, Desenvolvimento e Investimento.

08:58

Veículos autônomos também conhecidos como carros robóticos ou carros sem motorista têm como seu principal objetivo integrar um conjunto de tecnologias de sensores, de sistemas de controle e atuadores para sensoriar o ambiente, determinar as melhores opções de ação e executar estas ações de forma mais segura e confiável do que poderia ser obtida por um condutor humano comum. Ainda que as pesquisas estejam adiantadas, até a presente data estes veículos ainda não estão disponíveis para uso geral.

Atualmente, diversos recursos tecnológicos como freios ABS, comunicação inter-veicular e outros recursos, já automatizam processos específicos de um veículo, porém a decisão final de navegação ainda é do condutor humano. Os veículos autônomos, assim, têm como objetivo substituir o condutor humano por um sistema de controle computacional que integre os recursos tecnológicos do veículo. Diversas técnicas diferenciadas têm sido desenvolvidas pelos grupos de pesquisa ao redor do mundo para atingir estes objetivos.

FORD, VOLVO, GOOGLE E UBER SE UNEM POR CARROS AUTÔNOMOS NOS EUA.

Nova associação tem como objetivo facilitar a entrada dos veículos sem motoristas no mercado norte-americano.

As montadoras Ford e Volvo, o Google e o serviço de carros com motoristas particulares Uber, na última terça-feira (26), iniciaram uma aliança, que tem como objetivo facilitar a entrada dos carros autônomos sem motoristas no mercado dos Estados Unidos.

Segundo comunicado, a associação, chamada de Coalizão de Carros Autônomos para Ruas Mais Seguras, quer “trabalhar com os legisladores, os reguladores e o público a fim de aproveitar vantagens - em termos de segurança  para a sociedade - dos veículos autônomos”.

De acordo com David Strickland, porta-voz da coalizão e ex-chefe da Administração Nacional de Segurança de Tráfego em Rodovias (NHTSA, em inglês) dos EUA, os carros autônomos precisam de uma normativa federal clara, e a aliança trabalhará com as autoridades competentes para encontrar soluções que facilitem a locomoção desses veículos.

Atualmente, a legislação norte-americana permite que os carros autônomos sejam utilizados apenas em testes. Entre as empresas integrantes da associação, o Google é a que há mais tempo trabalha com o desenvolvimento desse tipo de veículo, lançando, em 2014, um protótipo sem pedais, volante e que se locomove sozinho, chamado de Google Car.


Google e seu desenvolvimento.


O protótipo do carro do Google é bem compacto e lembra vagamente um cherry smart coupe, possuindo espaço para apenas dois passageiros. O funcionamento parece ser o mais simples possível: basicamente, você precisa entrar no carro, apertar um botão e dizer para onde quer ir. O carro começará a andar sozinho e mostrará o trajeto em uma tela no painel.

Aceleração, freio e direção são controlados por um computador que recebe constantemente dados de sensores que são capazes de detectar objetos a uma distância de mais de dois campos de futebol em todas as direções. Se você notar que algo está dando errado, há um botão para parar o carro, mas os equipamentos são redundantes: há dois sistemas de freio e dois de aceleração. Em caso de falha num deles, o outro entra em ação.

Como segurança é um fator bem importante em um carro que anda sem intervenção humana, o veículo possui algumas características bem peculiares: a velocidade máxima foi limitada em 40 km/h, a frente é construída com espuma e o para-brisa é flexível. Portanto, se o carro do Google não detectar um pedestre ou um ciclista na rua, por exemplo, o choque será amortecido.

O Google pretende construir mais 100 protótipos desses carros durante os próximos dois anos e espera testá-los ainda este ano nas ruas da Califórnia. Apesar disso, a empresa não quer se tornar uma montadora de automóveis.


Alguns benefícios que virão com essa tecnologia.
-Redução dos acidentes de trânsito provocados por fatores humanos;

-Possibilidade de deficientes (motoras ou visuais) utilizarem o automóvel sem auxílio de terceiros;

-Aumento da produtividade já que o condutor pode realizar outras atividades durante o processo de navegação;

-Otimização dos recursos veiculares através da utilização adequada dos componentes.

-Aumento da capacidade de tráfego das vias com a redução das distâncias entre os veículos, em função de menor tempo de reação para frenagens.


Um caso bem animador.

Os carros capazes de andar sozinhos do Google ainda não chegaram ao mercado, mas pelo menos já fizeram um consumidor feliz. Steve Mahan, norte-americano que tem apenas 5% da visão, foi o escolhido do gigante da web para “dirigir” um de seus carros em um percurso de 300 km pelas estradas do estado de Milwaukee.

“95% de minha visão se foi. Assim você perde muito tempo e tudo demora muito. Há lugares em que você não pode ir, coisas que realmente não pode fazer. Isso mudaria minha vida me dando flexibilidade e independência para ir a lugares em que eu quero ou preciso a qualquer hora” – afirmou no vídeo.



O que é Oculus Rift?

22:13

 Oculus Rift é um equipamento de realidade virtual para jogos eletrônicos, desenvolvido e fabricado pela Oculus. O sonho de entrar em uma realidade virtual pode estar mais próximo do que nunca. Isso porque o projeto do Oculus Rift, óculos com sensor de movimentos e tela LCD embutida, já arrecadou US$ 2,5 milhões em doações pelo site de financiamento coletivo Kickstarter e é a grande aposta de figurões da indústria de videogames para aumentar a imersão no mundo dos jogos.

Foram feitos alguns testes por algumas horas com um protótipo para desenvolvedores do Oculus Rift e, apesar de ele causar náuseas e ainda ter imagens em baixa definição, é notável como a experiência consegue ser realista e diferente de tudo que os jogadores já experimentaram.

Sensações

Para quem joga videogames com frequência, usar o Oculus Rift acaba sendo uma evolução natural, e nem por isso menos revolucionária, da primeira vez que se empunhou um joystick nas mãos. Mas dessa vez, a grande diferença é a sensação de estar literalmente dentro do jogo.

Toda movimentação de câmera é feita com a própria cabeça: olhe para o lado e você verá o seu companheiro de equipe em uma partida online de "Call of Duty", por exemplo; olhe para baixo e o chão enlameado do campo de batalha aparecerá na tela.

A imersão fica ainda mais fiel por conta dos aspectos técnicos do Oculus Rift, um acessório leve e confortável que depois de poucos instantes de uso não parece mais estar grudado ao seu rosto. O tempo de resposta entre os comandos e a reação do software é curto e também ajuda a desmentir a ideia mais aflorada de artificialidade que um dispositivo de realidade virtual pode causar.

Usar o Oculus Rift é um trabalho de bandeirante. É uma nova realidade a qual nosso cérebro precisa se adaptar para explorar

Como todo protótipo, o Oculus Rift ainda precisa de uma série de ajustes até chegar à sua versão final, que por sinal ainda não tem data de lançamento nem preço confirmados. Dependendo da demonstração testada, a sensação de náusea é muito intensa. Pessoas que têm dificuldades para ler um livro no carro ou no ônibus, por exemplo, poderão ter enjoo e fortes dores de cabeça após usar o acessório. 

Em entrevista ao site Polygon, Nate Mitchell, um dos co-criadores do Oculus Rift, afirma que a equipe de desenvolvimento dos óculos está trabalhando para amenizar esse problema. "No enjoo por movimento, você não consegue perceber visualmente que as paredes estão se locomovendo. E isso é o que te deixa com vertigem. Com o enjoo por simulação é basicamente o inverso. E são essas coisas que queremos evitar como desenvolvedores de jogos".

Mitchell afirma ainda que movimentos rápidos para trás e para os lados, subidas de escadas e mudanças mínimas na linha do horizonte são algumas das situações que mais contribuem para o enjoo causado pelo Oculus Rift.

Outro obstáculo para os criadores do acessório é o fato da tela LCD do protótipo para desenvolvedores ainda não ser em alta definição. A Oculus VR, empresa criadora do Oculus Rift,  promete que o problema estará resolvido até o lançamento da versão comercial. Na Gamescom deste ano, realizada em Colônia, na Alemanha, uma versão em HD pôde ser testada.

Fonte: G1

Conheça o primeiro ‘café drone’ do mundo.

21:27
Garçons são drones que servem os clientes.
Iniciativa faz parte de projeto de estudantes da universidade de tecnologia.

Abriu na Holanda o primeiro ‘café drone’ do mundo, onde em vez de típicos garçons vê-se drones a entregar o café aos clientes. Este projeto inovador, foi desenvolvido por Tessie Tarjes, na Universidade Tecnológica de Eindhoven. “Blue Jay”, nome de um dos drones domésticos autônomos, aproxima-se dos clientes, registando o seu pedido. Depois, os garçons voadores andam entre mesas com as entregas aos clientes.

“Seus olhos vão enchendo pouco a pouco, como uma barra de download. Uma vez que tenham se iluminado completamente quer dizer que o pedido está pronto. E outro drone leva a garrafa à mesa, fixada por meio de uma pinça” – explica a responsável pelo projeto inovador.

Este café futurista abre na ocasião do "Dream & Dare Festival", celebrado pelo 60º aniversário da universidade, e propõe quatro coquetéis, com e sem álcool, todos verdes e azuis, como os olhos de meia-lua de Blue Jay.

Dotado com uma pinça similar a uma mão humana, "a ferramenta mais funcional para as tarefas cotidianas", este robô é capaz de voar nos interiores, graças a alguns captores, pequenas hélices e uma bateria, contrariamente aos drones exteriores, que funcionam com GPS.

O custo de produção deste café foram 2 mil euros, custo esse financiado pela Universidade e investimentos privados, enquanto que os 20 drones disponíveis são frutos de muito trabalho de estudantes voluntários.

“Este novo tipo de drone poderá nos acompanhar na vida diária e ser uma ferramenta muito útil para a espécie humana. Nós o vemos como o próximo celular, que cada um pode programar como desejar”.


Irobot nos aproximando do futuro.

19:36

Seu parceiro para uma casa mais limpa.

Com que frequência você tem muito a fazer e não tem tempo suficiente para fazer? Frequentemente. Mas imagine ter uma mão extra para lhe ajudar a manter a limpeza diária em dia e fazer mais coisas todos os dias. Projetado pensando em você e especialmente em sua casa.

A iRobot projeta e constrói robôs que fazem a diferença.

A iRobot foi fundada em 1990 por especialistas em robótica do Massachusetts Institute of Technology com o intuito de transformar os robôs de trabalhos práticos em realidade.

Em 2013, a iRobot gerou USD 487 milhões em receitas e empregou mais de 500 profissionais de alto nível do setor de robótica, como engenheiros mecânicos, elétricos e de software, e também pessoal de apoio relacionado. A iRobot negocia suas ações na bolsa NASDAQ, sob o símbolo de registro IRBT.

A sede corporativa da iRobot fica em Bedford, Massachusetts-EUA. A empresa ainda mantém escritórios na Califórnia, Reino Unido, China e Hong Kong.

Robôs domésticos iRobot: o modo mais inteligente de fazer o que é preciso.
"Os robôs domésticos da iRobot estão revolucionando o modo com que as pessoas limpam suas casas – interna e externamente. Mais de 10 milhões de robôs domésticos já foram vendidos no mundo todo. O premiado robô aspirador a vácuo iRobot Roomba® é líder em vendas. O Roomba transformou em realidade os robôs práticos pela primeira vez e mostrou ao mundo que os robôs vieram para ficar. A aclamada linha de robôs domésticos da iRobot inclui os seguintes modelos: iRobot Scooba®, para escovar pisos, iRobot Braava™ robô para limpar pisos, iRobot Mirra™, para limpeza de piscinas e iRobot Looj®, para limpeza de calhas."

iRobot Mirra
Robô para limpeza de piscinas.

Pense nisso: você tem uma piscina para aproveitá-la... ou para ficar limpando? Agora, com o Mirra, você pode passar mais tempo se divertindo e menos tempo limpando. E a melhor parte? Sem instalações, mangueiras nem bombas de recalque. Basta soltá-lo na piscina e ele resolve sozinho.

iRobot Braava
Robô para limpar pisos

Mantém pisos de superfície rígida reluzentes todos os dias, da forma mais fácil.
Uma opção de limpeza livre de problemas, o Braava usa panos secos ou úmidos para limpar pisos de superfície rígida, mantendo a poeira, a sujeira diária e as manchas sobcontrole, automaticamente.
iRobot Braava 380T Custa na faixa de R$ 1.999,00

iRobot Roomba

O Robô aspirador a vácuo
Roomba é o seu parceiro para uma casa mais limpa, ajudando você a manter a casa sem a poeira e sujeira de todos os dias, assim, você tem mais tempo para você.
iRobot Roomba 980 Custa na faixa de R$ 6.599,00.
 

Presente no Brasil há cerca de um ano, a empresa norte-americana iRobot anunciou apenas nesta quarta-feira, 27/4, a sua chegada oficial no país durante um evento realizado em São Paulo.

Com isso, a companhia traz para o mercado brasileiro suas novas linhas robôs domésticos que consegue desviar de escadas e tapetes com a ajuda do GPS e seus mais de 20 sensores.

Fabricados na China, os produtos da iRobot possuem preços que variam entre 2 mil reais e 9 mil reais no Brasil, dependendo do modelo.


fonte: Irobot

Lei do Bem está de volta !

16:40



A lei 11.196/05, conhecida como "Lei do Bem", tem como objetivo a concessão de incentivos fiscais às pessoas jurídicas que realizarem pesquisa e desenvolvimento de inovação tecnológica. A Lei do Bem finalmente está de volta após a publicação no site da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

A Abinee divulgou que conseguiu uma liminar judicial para suspender os efeitos da MP 690, que revoga a alíquota zero de PIS/COFINS dos bens de informática e telecomunicações.

De acordo com o que foi publicado no site da Abinee: "A ação, movida pela Abinee, está fundamentada na tese de que a revogação ocorrida por força da MP 690 foi feita de forma ilegítima, uma vez que o benefício da alíquota zero tinha prazo para acabar (31 de dezembro de 2018), e, de acordo com o regramento jurídico brasileiro, benefício fiscal concedido a prazo certo não pode ser revogado."

Tendo essa informação, as empresas que estiverem associadas à Abinee já podem voltar a vender seus produtos com valores mais baixos, já que as taxas PIS/COFINS não fazem mais parte da construção dos preços.

Fonte : Abinee

Conheça o UberPOOL.

16:18

 Para quem não conhece, o Pool é uma modalidade em que o passageiro aceita dividir o carro com outro usuário do serviço que esteja indo para a mesma direção. Há um limite de três pessoas no carro. Elas compartilham o valor da corrida de acordo com o trecho que cada uma percorreu. A novidade, chamada de uberPOOL, começará a funcionar nesta sexta-feira (29) em São Paulo.

A proposta, que regulamenta aplicativos de caronas e o compartilhamento de carros na cidade, é encarada como uma alternativa de pacificar as divergências entre táxis e o Uber.

Por ser menos onerosa, a opção diminui a necessidade do carro para se locomover na cidade.
Para a empresa, há outras vantagens além da monetária. Unir pessoas em um só veículo tira mais carros da rua e, diz o Uber, reduz o congestionamento. Para os motoristas, o tempo de ociosidade diminui.

Para acionar o uberPOOL, os usuários terão poucos passos adicionais na hora de chamar um carro. Antes de confirmar a solicitação de um veículo do tipo uberX, terão apenas de optar por um “carro compartilhado”. Nesse momento, o aplicativo exibirá a estimativa do preço também para as viagens individuais.

Se seguir a lógica de precificação de outros lugares em que o Uber Pool já atua, as corridas terão um valor em torno de 25% menor do que uma viagem feita pelo UberX, a modalidade mais barata disponível nas cidades brasileiras. Em relação a uma tarifa de táxi, a vantagem de preço pode ser ainda maior.

Para dar um exemplo prático em São Paulo. Uma corrida do bairro do Itaim para o Aeroporto Internacional de Guarulhos custa entre R$ 77 e R$ 101 num aplicativo que não cobra a taxa de 50% que os taxitas têm o direito de cobrar. (fiz a estimativa no 99táxi). Uma corrida chamada na rua pode chegar a R$ 150. Pelo UberX, a mesma corrida sai por um valor entre R$ 51 e R$ 69. Já com o Uber Pool, pelo desconto de 25%, cairia para um valor entre R$ 38 e R$ 51.

Algumas informações sobre o Nintendo NX.

16:02

 Com tantas notícias sobre o Nintendo NX, uma grande pergunta continua no ar: quando veremos o novo console chegar às lojas? Por sorte, a própria Big N acabou de revelar a data de lançamento do sistema para março de 2017.

As informações oficiais surgiram através do mais recente documento de ganhos fiscais da companhia. Nele, a empresa descreve estar atualmente desenvolvendo a plataforma, além de revelar a já mencionada data de lançamento. Infelizmente, ainda não há um dia específico para sua chegada, mas isso deve ser revelado conforme a data se aproxime.

Uma nota sobre o console foi feita pela Nintendo dizendo:

 “Sobre nosso negócio da plataforma de videogame dedicada, a Nintendo está atualmente desenvolvendo uma plataforma de jogo de codinome ‘NX’ com um conceito novo em folha. O NX será lançado em março de 2017 globalmente.”

Apesar de as informações sobre o console até o momento serem bem poucas, a data revelada pela empresa ao menos indica que mais novidades sobre o Nintendo NX não devem estar distantes de serem reveladas. Considerando que a E3 2016 está próxima de acontecer, é bem possível que vejamos ao menos algumas novidades sobre a plataforma surgindo durante a data do evento.

Algumas informações.

Em uma entrevista recente fornecida ao jornal japonês Nikkei, o presidente da Nintendo, Tatsumi Kimishima, afirmou que ainda não pode falar sobre o NX em detalhes, mas disse que a novidade não será “um mero sucessor do portátil 3DS ou do console de mesa Wii U”. “Esse será um hardware que foi feito com uma nova mentalidade. Gostaria de anunciar mais detalhes sobre as especificações e o funcionamento [do aparelho] mais tarde neste ano”, acrescentou.

Questionado sobre o motivo da Big N não lançar o NX a tempo das festas de fim de ano, o executivo afirmou que a companhia quis garantir que terá software para acompanhar o produto quando ele chegar. Isso indica que ainda não haveria muitos jogos prontos para sair junto ao aparelho caso ele fosse mandado para as lojas já em 2016.

Recentemente, a Nintendo afirmou que o novo Zelda sairá tanto para o NX quanto para o Wii U e será seu foco na próxima. Com base nessa declaração, parece difícil a revelação do seu próximo console no evento deste ano.

Continuamos sem saber o que esperar da plataforma, e pelo visto isso vai continuar por um tempo. Mas existem alguns rumores rolando por ai... Abaixo temos alguns rumores sobre o novo Nintendo.


Rumores.

A ideia para o Nintendo NX, em resumo, é oferecer algo semelhante ao Windows 10: uma plataforma feita para se adaptar a hardwares que vão de consoles caseiros a smartphones e tablets. O sistema estaria em desenvolvimento com a ajuda de funcionários da Google que trabalharam no Android, bem como de empregados da própria Big N que estiveram envolvidos nos SOs do Gamecube e Wii U.

Plataformas unidas e conectadas.

Não pense que teremos um sistema “genérico” para todos os sistemas. A Nintendo estaria se esforçando no desenvolvimento de um ambiente que permitiria a cada versão da plataforma NX trabalhar de maneira otimizada e sendo capaz de desempenhar funções específicas.

Ao mesmo tempo, a companhia também deseja manter um senso de unidade entre os sistemas, com atualizações sendo lançadas ao mesmo tempo em todos os aparelhos e um software extremamente veloz independente da plataforma.

Outra ótima notícia é que a Nintendo finalmente deve melhorar sua estrutura online. O sistema ainda terá como base o Miiverse, que fez sucesso em um nicho dos gamers desde seu lançamento – este servirá como base para as comunicações dos desenvolvedores e uma área de contato entre jogadores.

A rede social também deve ser mais interativa, com a possibilidade de postar vídeos e fotos em um sistema integrado independente do game. Talvez algo como o botão “Share” do PS4 surgindo com o NX?

Jogos.

Os rumores não deixam os games de lado, é claro. Segundo a fonte, a Nintendo trará um enorme catálogo para múltiplas plataformas no NX, permitindo a realização de compras e jogatinas cruzadas, bem como compras cruzadas. Mesmo assim, cada sistema terá seus games exclusivos.

Quanto aos títulos que veremos na plataforma, parece que teremos a volta das third-parties, depois da debandada ocorrida no Wii U. Gigantes da indústria como Capcom, EA, Square-Enix e Ubisoft, teriam sido abordados pela Nintendo durante a E3 e já estariam com seus kits de desenvolvimento para o NX.

É claro que os games da própria Nintendo também darão as caras no sistema. De fato, novos Dragon Quest, Final Fantasy, Sonic, F-Zero e Metroid já estão sendo trabalhados – nada foi revelado, porém, quanto aos títulos serem parte principal da franquia ou algum tipo de spin off.

Por enquanto não se tem informações concretas se esses rumores são verdadeiros... Mas as novas notícias sobre o console não vao demorar para chegar.

HD e SSD: diferença, vantagens e desvantagens.

11:46
 Em uma época onde nossos arquivos não eram armazenados na nuvem, um bom hardware era essencial. Eles eram grandes e parrudos, e possuíam a mesma capacidade de armazenamento de um simples celular da atualidade. Tempos depois, com diversas novas possibilidades e tecnologias de armazenamento, foram inventadas algumas nomenclaturas para facilitar a divisão e o entendimento sobre tais aparelhos. Aqui, vamos falar sobre as diferença, vantagens e desvantagens entre o HDs e o SSDs.

O HD (hard disk, em português disco rígido) é uma parte física e integrante dos computadores e notebooks responsável pelo armazenamento de dados. Sua memória é não-volátil, ou seja, os dados não são perdidos caso o aparelho seja desligado. Todos os dados são gravados em discos magnéticos, e quanto mais finos os discos, melhor será a gravação. Por isso discos de mesmo tamanho podem ter capacidades de armazenamento bem diferentes umas das outras.

Os aparelhos que normalmente utilizam a memória HD de discos magnéticos são os desktops convencionais, os all-in-one (tudo-em-um, como o iMac), os notebooks e os servidores. Eles precisam deste tipo de HD para executar suas funções que usualmente são mais exigentes que nos tablets e smartphones.

O SSD é um pouco diferente. Sua sigla significa solid-state drive, (em português unidade de estado sólido). Sua construção é baseada em um circuito integrado semicondutor, feito em um único bloco. Diferentemente do HD convencional, onde o armazenamento é feito em discos magnéticos, ou como os CDs e DVDs, que funcionam com leitura ótica, os SSD podem utilizar a memória RAM, memória flash (como nos cartões SD das câmeras fotográficas) ou o próprio semicondutor.

Há vantagens do SSD em relação aos HDs: por não possuírem componentes eletromecânicos para a leitura dos arquivos, ele se torna completamente silencioso. Isso também facilita o acesso aos dados, algo primordial para quem precisa de velocidade (ao contrário dos discos rígidos, no qual 'braço' mecânico de leitura precisa ir de uma ponta a outra do disco para ler alguma informação, o SSD tem tudo à mão). Ele também esquenta menos e consome menos energia. Porém, a capacidade de armazenamento é bem menor que a dos HDs usados nos desktops, e seu custo final para o usuário é bem maior.

Smartphones, tablets e nettops estão entre os aparelhos que mais utilizam SSD. Porém, não podemos esquecer também das máquinas fotográficas digitais, que utilizam deste tipo de armazenamento para dar um tempo maior de resposta em suas fotos e armazenar um número bem maior de imagens. Esses aparelhos citados não precisam de uma memória muito grande, porém, precisam que o tempo de resposta seja o mais rápido possível. Um vídeo feito pela Samsung, em inglês, mostra a diferença entre os dois tipos de aparelho.



Algumas análises:

  • Capacidade: unidades SSD com maior armazenamento podem ser muito caras. Enquanto 500 GB é considerado um disco rígido padrão básico para qualquer sistema, preocupações com preços podem te fazer optar por um SSD de menor capacidade, com preço mais baixo. Computadores para quem quer assistir e armazenar vídeos, fotos e músicas vai exigir ainda mais capacidade. Basicamente, quanto mais capacidade de armazenamento, mais arquivos você pode guardar em seu computador. HDs tem mais capacidade mais barata, SSDs tem a mesma capacidade que HDs, mas são mais caros.

  • Velocidade: este é o lugar onde SSDs ganham de lavada. Um PC equipado com SSD vai funcionar muito mais rápido, ligando em questão de segundos. Um disco rígido requer tempo para carregar especificações operacionais, e continuará a ser mais lento do que um SSD durante o uso normal. Um PC ou Mac com SSD é mais rápido para ligar, abre aplicativos mais rapidamente, e tem um desempenho mais rápido, no geral. Seja para o divertimento, estudos, ou negócios, a velocidade pode ser uma importante diferença para o tipo de computador que você está montando.

  • Fragmentação: por causa de suas superfícies de gravação rotativas, superfícies de HDs normais trabalham melhor com arquivos maiores gravados em blocos contínuos. Dessa forma, a “agulha” da unidade pode começar e terminar a sua leitura em um movimento contínuo. Quando os discos rígidos começam a encher demais, arquivos grandes podem se espalhar em torno do prato de disco, algo conhecido como fragmentação, prejudicando a velocidade de leitura e gravação de dados nos HDs. Enquanto isso, SSDs não tem este problema, já que a localização física da gravação dos arquivos não importa tanto. Assim, SSDs são inerentemente mais rápidos.

  • Durabilidade: SSDs não tem partes móveis e por isso, é mais provável que mantenha seus dados seguros, no caso de você deixar cair sua bolsa do laptop ou seu sistema for abalado por um impacto ou pique de luz enquanto ele está funcionando. A maioria dos discos rígidos para a agulha de leitura/gravação quando o sistema está desligado, mas as partes móveis estão funcionando em alta velocidade quando eles são ligados. Além disso, mesmo os sistemas de segurança para impactos têm limites, e partes móveis também se desgastam mais rapidamente. Se você abusa muito do seu equipamento, é recomendado comprar um SSD.

  • Disponibilidade: discos rígidos (HDs) são mais comuns. Porém, os SSDs tem ganhado o público, e cada vez mais fabricantes lançam novos modelos. Podemos considerar que aqui há um empate técnico.

  • Tamanho físico: como os HDs tem pratos giratórios, há um limite para o quão pequeno eles podem ser. SSDs não têm essa limitação, continuando a diminuir à medida que o tempo passa, podendo armazenar mais de 100 GB em um espaço menor do que um pen drive. Se você tem pouco espaço disponível ou quer um laptop mais “magro” e leve, o SSD é a opção certa. Mas se isso não importa tanto, o HD pode trazer o armazenamento a mais que você precisa.

  • Ruído: até o HD mais silencioso irá emitir um pouco de barulho quando ele está em uso. Discos rígidos mais rápidos, inclusive, vão fazer mais barulho do que os mais lentos. SSDs não fazem qualquer ruído, principalmente porque não tem partes mecânicas.


Para efeitos de comparação, é importante olharmos a média de preço entre os dois. Um HD convencional de 160Gb custa, em média, entre 110 e 150 reais, variando de acordo com o modelo. Já um SSD de 128Gb, um dos maiores do mercado, custa entre 400 e 700 reais variando de acordo com o modelo. O preço pode parecer alto, mas não é usual utilizar esse tipo de SSD; os mais utilizados são os de 16 e 32Gb, que custam entre 80 e 150 reais quando feito de memória flash, ou SSD de 64Gb custando 300 reais, quando é feito de semicondutores.
 
Por fim, temos um vídeo de testes realizados em um HD e em um SSD. 

Idéia de Bill Gates para melhorar a educação nas escolas.

21:36


Através de Bill Gates, fundador da Microsoft, a forma de se passar conteúdo por um professor para vários alunos, sem saber sobre seus ritmos de estudo – Chegara ao fim. Através de sua instituição (a Bill & Melinda Gates Fundation), Gates já gastou mais de US$ 240 milhões ao financiar startups de um segmento tecnológico conhecido como aprendizagem personalizada.


A idéia é simples: prover ao professor ferramentas digitais que lhe permitam criar planos de aula personalizada para cada estudante, isso mesmo, levando em conta o desempenho e progresso de cada aluno para aprender determinada matéria. Os professores lecionariam menos e teria um papel de um treinador particular, ficando atento para as necessidades particulares de cada indivíduo dentro da escola.



“No geral, a ideia é que as pessoas progridam em velocidades diferentes. Se você está adiantado em relação ao que está sendo ensinado na sala, isso não é algo bom, você fica entediado. Se está atrasado, então eles estão usando termos e conceitos que te criam uma impressão de ‘Eu não sou bom nisso’”, explicou Bill, em uma longa entrevista ao site The Verge. De acordo com Gates, a área de aprendizagem personalizada ainda está em seus estágios iniciais, e não está claro quando veremos esse tipo de tecnologia penetrando com força nas escolas ao redor do mundo.

Fonte : The Verge

Algumas consequências geradas pela restrição de uso da internet imposta pelas operadoras.

21:32



O limite de consumo de dados não trará transtornos apenas nos filmes e séries, mas também atinge pesquisas e outros trabalhos. 

Quando saiu a notícia da divulgação de 11,5 milhões de documentos no vazamento que ficou conhecido como “Panama Papers”, o analista de sistemas Pedro Cordeiro, 27, percebeu que, mesmo se tivesse acesso livre aos dados brutos, não conseguiria baixá-los para realizar uma pesquisa independente. O seu limite de consumo de internet, imposto pela operadora Net, não permitiria que ele baixasse tal volume de documentos.

Até o final deste ano, as maiores operadoras de internet no Brasil terão restrições no consumo de dados dos usuários. De forma similar ao que acontece com a internet por celular, quem ultrapassa sua cota mensal terá a velocidade da internet reduzida ou cortada. Isso já é feito nas operadoras Net, Oi e, a partir de 2017, será feito também na Vivo.

É a primeira vez que as operadoras adotam esse tipo de limite na internet fixa. Antes, os usuários compravam o plano pela velocidade, mas podiam consumir quanta internet queriam. Agora, de uma vez, todas as operadoras decidiram fixar um limite de consumo, penalizando os usuários que usarem mais do que o pré-definido em seu contrato.

Cordeiro, especialista em ciência de dados pela Universidade John Hopkins, fez um post no fórum Reddit relatando a situação. Pelas contas dele, baixar os dados (no caso do “Panama Papers”, são 2.6 TB de informações) levaria pelo menos 20 meses em seu caso. Ele tem um plano mediano, que restringe seu consumo a 100 gigabytes.

“Eu não tenho sequer a opção de ser pesquisador independente, porque a franquia impossibilitou meu acesso à informação”, criticou. A possibilidade levantada por Cordeiro mostra que a restrição imposta pelas operadoras vai além de limitar o acesso a filmes, séries e games - que, normalmente, consomem mais internet. Seu impacto é em várias áreas diferentes e vai além do entretenimento.

Quem pode ser prejudicado com a restrição

  •  Pesquisadores
Qualquer pessoa que precise fazer download de um volume grande de dados para pesquisa será impactada. Para se ter uma ideia, apenas para ter acesso às informações que serviram como base para o mapa da segregação racial, o Nexo consumiu 1,7 GB de dados.
  • Jogadores
Games consomem muita banda não apenas para ser baixados (Rise of the Tom Rider, por exemplo, consumiria 21 GB; Killer Instinct, 29 GB), mas também para serem jogados online.
  • Alunos de cursos à distância
Muitos cursos de universidades online oferecem aulas em vídeos. Ter uma restrição no consumo de dados dificulta o uso deste tipo de serviço.
  • Fãs de séries
Uma hora de streaming de vídeo no Netflix consome mais ou menos 1 GB de dados (ou 3 GB, se a opção do usuário for assistir em alta resolução). Dois episódios por dia em alta resolução são suficientes para acabar com uma franquia de 180 GB por mês - o maior plano da Net, por exemplo, estabelece um limite de 200 GB. O da Vivo é limitado em 130 GB.
  • Famílias ou pessoas que compartilham a internet
Os limites são fixados por plano contratado. Ou seja: se uma pessoa da casa quer ver uma série no Netflix e a outra quer baixar um grande volume de dados para uma pesquisa, as duas consomem os dados da franquia - e, portanto, o limite será atingido mais cedo.

Como a sociedade tem se comportado com a situação

A limitação no consumo de dados é permitida pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que impôs duas regras para isso: disponibilizar uma ferramenta para que o usuário acompanhe o consumo e informar quando o limite está próximo.

Mas duas das maiores entidades de defesa do consumidor, a ProTeste e o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) preparam ações contra a medida. Para elas, as operadoras estão agindo de forma irregular.

“O Marco Civil da Internet prevê que a internet é um serviço essencial, para todos e não pode ser cortado a não ser por falta de pagamento. O consumidor não pode ser conivente com esse corte”, disse ao Nexo Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste. A entidade move uma ação contra os limites impostos pelas operadoras Vivo, Oi, Claro, Tim e Net.

O Idec também entrou neste mês com uma ação civil pública. Ela se baseia no mesmo artigo usado como referência pela ProTeste e também no Código de Defesa do Consumidor, segundo o qual o preço de um serviço não pode ser elevado sem justa causa, o que tornaria nulos os contratos que usam o novo modelo de franquias. “A alteração foi feita sem justificativa técnica ou econômica”, argumenta Rafael Zanatta, pesquisador em telecomunicações da entidade.

O instituto estuda também levar o caso ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). O argumento é que a medida foi tomada de forma coordenada por empresas que concentram mais de 90% do mercado em um período de menos de três meses.


“É um crime contra a ordem econômica, um falseamento do regime de livre mercado. O consumidor não tem para onde correr.”
Rafael Zanatta
Pesquisador em telecomunicações do Idec.

Zanatta avalia que a medida deve também criar duas classes de acesso à internet no Brasil, uma para os mais pobres e outra para os que têm dinheiro para contratar os planos mais caros. “O governo federal está assoberbado com impeachment e não está olhando para o problema. Os usuários das plataformas precisam entender o caso e se manifestar”, afirma.

Há mais iniciativas em curso contra a medida. Pedro Cordeiro planeja criar, junto a amigos advogados, uma associação chamada Internet Justa. O grupo está preparando uma ação civil pública contra as operadoras e quer mover uma ação popular contra a Anatel por omissão sobre o assunto.
 
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