Lançado em
São Paulo no final de 2015, o aplicativo Sem Carro é uma
ferramenta que tem potencial para chamar atenção. Considerado um "Waze
para pedestres", esse app pretende ajudar aqueles que andam por aí sem
carro e se apoiam no uso de outros modais.
A função principal do Sem Carro é traçar rotas para quem quer
economizar na passagem e traz informações em tempo real dos transportes
públicos. Em sua nova versão, o aplicativo passa a atender mais localidades
além da capital paulista, como a cidade do Rio de Janeiro. A previsão, porém, é
expandir o negócios para outras capitais e localidades do Brasil.
O
que faz o Sem Carro?
Em
sua essência, o aplicativo mostra trajetos de metrô, ônibus, à pé, de
bicicleta, de táxi – uma parceria com o 99 táxis – ou
mesmo usando o aplicativo Uber. Além
disso, dependendo do caminho, o Sem Carro sugere uma combinação de vários meios
de transporte.
Além desse serviço, o Sem Carro mostra também locais próximos
de vários tipos, como restaurantes, museus, academias, estações de metrô e
muito mais. Clique no ícone com os três traços no canto superior esquerdo da
tela e selecione a opção "Lugares". Depois disso, basta selecionar
uma categoria e esperar que o aplicativo mostre as sugestões.
Clicando em um ponto destacado você pode ver mais sobre ele e
abrir uma navegação de trajeto para saber como chegar lá de forma fácil. O Sem
Carro possui uma lista de locais nos quais você pode alugar ou devolver uma
bicicleta, o que facilita quem quer se locomover dessa forma mas ainda não
possui uma bike própria.
Uma
decisão da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que,
depois que o consumidor paga uma dívida atrasada, o nome dele deve ser retirado
dos órgãos de proteção ao crédito em no máximo cinco dias. O prazo deve ser
contado a partir da data de pagamento.
CONSTRUTORA DEVE PAGAR INDENIZAÇÃO POR ATRASO EM
OBRA
Os órgãos
de defesa do consumidor entendem que a construtora deve indenizar o consumidor
em caso de atraso na entrega do imóvel, diz Maria Inês Dolci, da Proteste.
Algumas empresas, ao perceberem que a obra vai atrasar, têm por hábito já
oferecer um acordo ao consumidor antecipadamente. O melhor, porém, é procurar
orientação para saber se o acordo oferecido é interessante.
BANCOS DEVEM OFERECER SERVIÇOS GRATUITOS
O
consumidor não é obrigado a contratar um pacote de serviços no banco. Isso
porque os bancos são obrigados a oferecer uma quantidade mínima de serviços
gratuitamente, como o fornecimento do cartão de débito, a realização de até quatro
saques e duas transferências por mês e o fornecimento de até dois extratos e
dez folhas de cheque mensais.
NÃO EXISTE VALOR MÍNIMO PARA COMPRA COM CARTÃO
A loja
não pode exigir um valor mínimo para o consumidor pagar a compra com cartão.
Segundo o Idec e o Procon, se a loja aceita cartão como meio de pagamento, deve
aceitá-lo para qualquer valor nas compras à vista. A compra com o cartão de
crédito, se não for parcelada, é considerada pagamento à vista.
VOCÊ PODE DESISTIR DE COMPRAS FEITAS PELA INTERNET
Quem faz
compras pela internet e pelo telefone pode desistir da operação, seja por qual
motivo for, sem custo nenhum, em até sete dias corridos. “A contagem do prazo
inicia-se a partir do dia imediatamente posterior à contratação ou recebimento do
produto”, diz o PROCON de São Paulo. A regra está no artigo 49 do Código de
Defesa do Consumidor. A contagem não é interrompida nos finais de semana ou
feriados.
VOCÊ PODE SUSPENDER SERVIÇOS SEM CUSTO
O
consumidor tem o direito de suspender, uma vez por ano, serviços de TV a cabo,
telefone fixo e celular, água e luz sem custo. No caso do telefone e da TV, a
suspensão pode ser por até 120 dias; no caso da luz e da água, não existe prazo
máximo, mas depois o cliente precisará pagar pela religação, diz Maria Inês
Dolci, da Proteste.
COBRANÇA INDEVIDA DEVE SER DEVOLVIDA EM DOBRO
Quem é
alvo de alguma cobrança indevida pode exigir que o valor pago a mais seja
devolvido em dobro e corrigido, diz Maria Inês Dolci, da Proteste. A regra
consta do artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor. Se a conta de telefone
foi de R$ 150, por exemplo, mas o cliente percebeu que o correto seriam R$ 100,
ele tem direito de receber de volta não só os R$ 50 pagos a mais, e sim R$ 100
(o dobro) corrigidos.
VOCÊ NÃO PRECISA CONTRATAR SEGURO DE CARTÃO DE
CRÉDITO
As
administradoras de cartão de crédito sempre tentam oferecer aos clientes
seguros que protegem o consumidor contra perda e roubo. Órgãos de defesa do
consumidor entendem, porém, que se o cartão for furtado e o cliente fizer o
bloqueio, qualquer compra feita a partir dali será de responsabilidade da
administradora, mesmo que ele não tenha o seguro.
QUEM COMPRA IMÓVEL NÃO PRECISA CONTRATAR ASSESSORIA
Quando
vai adquirir um imóvel na planta, o consumidor costuma ser cobrada pelo Sati
(Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária), uma assistência dada por advogados
indicados pela imobiliária. Esta cobrança não é ilegal, mas também não é
obrigatória. O contrato pode ser fechado mesmo sem a contratação da assessoria.
PASSAGENS DE ÔNIBUS TÊM VALIDADE DE UM ANO
As
passagens de ônibus, mesmo com data e horário marcados, têm validade de um ano,
de acordo com a da Lei nº 11.975, de 7/6/2009. Caso não consiga fazer a viagem
na data marcada, o passageiro deve comunicar a empresa com até três horas de
antecedência. Depois, poderá usar o bilhete em outra viagem, sem custos
adicionais (mesmo se houver aumento de tarifa).
Quem se
arrepende de uma comprapode desistir e reaver o dinheiro caso o negócio tenha sido feito por
internet, telefone, telemarketing, anúncio em revista ou um vendedor que passou
em sua casa ou em seu trabalho. Mas é preciso reivindicar esse direito no prazo
de sete dias a contar do recebimento do produto.
O prazo
para reclamar na Justiçapor defeitos em produtos duráveis (como móveis, automóveis e roupas) é
de 90 dias a contar do momento em que o defeito se torna visível para o consumidor.
Quando houver garantia da loja, esse tempo passa a contar a partir do término
da garantia. No caso dos bens não-duráveis (como alimentos e viagens), o prazo
cai para 30 dias.
Se você
recebe em casa um produto que não solicitou acompanhado de um boleto para pagamento, tem o
direito de ficar com a mercadoria sem pagar um tostão. Pelo Código de Defesa do
Consumidor, produtos enviados sem solicitação prévia equivalem a amostras
grátis.
Sem um
orçamento prévio, ninguém é obrigado a pagarpor um serviço que lhe tenha sido prestado, caso
discorde dos valores cobrados depois da execução da tarefa. Para isso, porém, é
preciso que o orçamento tenha sido solicitado pelo contratante e negado pelo
contratado.
Quem
empresta dinheiro à outra
pessoa tem o direito de cobrar a dívida com juros. A correção, no entanto, não
pode ser superior a 12% ao ano sob pena de originar crime de usura. A regra não
vale para os bancos e financeiras.
A
agiotagem e as
operações realizadas para garantir esses empréstimos não têm validade legal.
Assim, a pessoa que pega um empréstimo com um agiota e dá em garantia um carro
ou imóvel pode pedir na Justiça a anulação do negócio e reaver o bem, como
também a restituição de parte do dinheiro que pagou.
Cheque
não é dinheiro, é um
meio de pagamento. Por isso, nenhum comerciante é obrigado a aceitá-lo.
Você já deve ter ouvido falar sobre impressoras 3D, mas provavelmente ainda
não tem uma em casa. Em breve essa historia pode mudar, essas máquinas estão se
popularizando e promovendo mudanças profundas no mercado ao oferecer uma
escolha entre produção em massa e customização, entre indústria e manufatura. A
impressão 3D estreita a fronteira entre virtual e físico, mundo digital e mundo
real.
O setor está deixando de ser apenas um hobby de poucos para se expandir a um
mercado corporativo amplo, que engloba desde quem deseja apenas experimentar o
que uma impressora 3D pode fazer até aqueles que desenvolvem produtos bastante
específicos.
Nos últimos anos, alto preço e dificuldade de manuseio afastavam os
interessados, mas isso está mudando. Com alguns dos últimos modelos, criar o
produto que você quiser é apenas uma questão de gerar (ou baixar) um modelo de
design virtual; modificá-lo, se for preciso, para adequar o objeto ao seu
gosto, e então enviar o arquivo para ser impresso. Tão fácil quanto imprimir
uma foto.
O que poucos sabem é que este
tipo de tecnologia já é antiga e só ficou conhecida pela grande maioria das
pessoas há pouco tempo.
Como funciona?
A impressão 3D, ou Fused
Deposition Modeling (FDM) (modelagem por fusão e depósito) funciona basicamente
através da adição de camadas sobrepostas. Os objetos são impressos camada por
camada até ser moldada a forma final. Para se criar um objeto a ser impresso em
3D, ele deve ser desenvolvido em um computador. Após criar o modelo
tridimensional é necessário inseri-lo no software da impressora. O criador
ainda deve definir as dimensões da imagem. O software da impressão irá compilar
todos os dados e sistematizar em várias camadas. Em seguida inicia-se a
impressão. Nesta etapa o injetor de matéria esquenta e suga um filete plástico
que está na bobina. Na medida em que o material derrete, ele é injetado em uma
base, que se movimenta em dois eixos e cria as camadas. O processo então é
feito camada por camada, desta forma, quando uma fica pronta, outra se inicia
até que o objeto fique totalmente pronto.
Os materiais mais comuns
utilizados nas impressoras 3D são o plástico ABS (ou Acrilonitrila Butadieno
Estireno). Este tipo de polímero é bastante rígido e leve, apresentando um bom
equilíbrio entre resistência e flexibilidade e o PLA (ácido poliático), que é
um polímero biodegradável, produzido a partir de ácido láctio fermentado a partir
de culturas. Lembrando que eles não são os únicos, mas sim os mais comuns.
Também existem as impressoras 3D por fusão a laser. Neste caso, os materiais
utilizados mais comuns são o plástico e metal. Diferentemente das impressoras
de fusão e acumulação, em que a matéria-prima é fornecida por filamentos
plásticos, aqui o material é em formato de um pó ultrafino que é bombardeado
por um laser de alta potência até que entre em ponto de fusão para formar as
camadas.
Para que um objeto seja impresso
com a tecnologia tridimensional é preciso que se tenha um projeto e software de
edição 3D instalado no computador. Muitas empresas que investem na fabricação
deste tipo de equipamento oferecem também aplicativos, que facilitam o uso da
tecnologia tridimensional, como é o caso da impressora de brinquedos lançada
pela Mattel. Pode-se investir também em cursos gratuitos na internet, que
ensinam como criar projetos em 3D.
Quanto custa uma impressora 3D?
O mercado das impressoras 3D
expandiu muito nos últimos anos e já existem fabricantes brasileiras do
produto. Ou seja, para adquirir a máquina pode-se optar por um modelo
importado, ou um fabricado aqui mesmo, no Brasil. No Mercado Livre há diversas
opções do produto, com preços que variam entre R$ 1.200 a R$ 19.599. Em breve a
impressora 3D de brinquedos da Mattel, deve chegar ao mercado custando U$ 300
dólares (cerca de R$ 1.200), preço muito mais em conta do que o habitual
cobrado pelas impressoras 3D.
Algumas criações feitas com impressoras 3d.
Fones de ouvido
Um dos objetos que as impressoras 3D são capazes de fazer são fones de
ouvido feitos especialmente para se adaptar ao formato do ouvido do
usuário.
Comida
Além
de objetos, as impressoras 3D também permitem fabricar comida, de
vários tipos. Você pode escolher entre o modelo criado no MIT que faz
sorvete em 15 minutos, a impressora inglesa que imprime frutas graças à
tecnologia de gastronomia molecular e a Pancake Bot, que faz comida em
formatos inusitados, como da Torre Eiffel.
Para
os chocólatras de plantão, tem uma impressora feita especialmente
pensada em vocês, a Chocabyte. O modelo, compacto e baratinho,
tem
formato de cafeteira e é capaz de produzir os chocolates mais variados,
basta escolher o modelo que você preferir, com tamanho de 5 centímetros
de largura e altura, por 2,5 centímetros de espessura.
Veículos
Não
somente objetos pequenos e compactos podem ser criados pelas
impressoras 3D. Depois da Airbike, a bicicleta feita de nylon, chegou a
vez de criar nada mais, nada menos que um carro usando a tecnologia. O
veículo foi apresentado na mostra internacional Manufactoring Technology
Show,
em setembro de 2014, e teve seu test drive feito por jornalistas
americanos nas ruas de Nova York. O mais inusitado é que o carro pode
ser derretido para dar forma a um novo.
Construções
Se
você ficou surpreso com o item anterior, certamente ficará com
este também. Impressoras 3D foram capazes de fabricar casa, prédio e até
castelo. Isso mesmo. Depois do projeto de construção de um prédio
totalmente a partir desta tecnologia, e da produção de casas impressas
em 3D com lama com o objetivo de ser uma solução mais acessível, chegou a
vez dos castelos.
Projetado pelo americano Andrey Rudenko, o castelo foi criado com as dimensões de uma casa para crianças.
Ele foi fabricado na impressora RepRep, que é um projeto de código
aberto bastante popular entre os entusiastas da técnica em 3D. O
dispositivo imprimiu camadas de concreto de 1 centímetro de altura por 3
centímetros de largura e seu acabamento é melhor do que o de outras
impressoras 3D de concreto.
Instrumentos Musicais
As
impressões tridimensionais já começaram a invadir o mundo da música,
como, por exemplo, a guitarra brasileira com estrutura totalmente criada
através de impressoras 3D.
O modelo da Robtec foi apresentado em 2014 no 11º Seminário de
Tecnologias, em São Paulo. Ainda, um grupo de estudantes da Universidade
de Lund, na Suécia, se tornou a primeira banda a fazer um show a partir
de instrumentos inteiramente fabricados a partir de impressoras 3D.
O
professor Olaf Diegel foi a primeira pessoa de que se tem notícia a
produzir um instrumento em uma impressora tridimensional, um saxofone,
há mais de dois anos. A apresentação da banda contou com duas guitarras
elétricas, uma bateria e um teclado, todos desenhados por Diegel e
produzidos através de impressora 3D.
Avanços na medicina
Uma
das utilidades mais significativas dos objetos impressor em 3D, senão a
melhor delas, é poder ajudar na medicina.
Cada vez mais, a tecnologia é capaz de produzir objetos que ajudem em
pesquisas ou no tratamento ou recuperação de pacientes com os mais
diversos tipos de doença. Já foram criadas, por exemplo, mandíbula
humana e mapas impressos em 3D para ajudar deficientes visuais.
No
entanto, o mais comum são as próteses, das mais diversas. Desde a
prótese de braço para um menino que nasceu sem o braço direito, 114
vezes mais barata do que a oferecida por seus médicos, até a prótese de
vértebra. Ainda, cientistas conseguiram criar cartilagem a partir de
impressora 3D, além do exoesqueleto que foi capaz de ajudar uma mulher
paralisada a andar.
Agora um vídeo que mostra um pouco da funcionalidade de uma impressora 3D.
Oculus Rift é um equipamento de realidade virtual para jogos
eletrônicos, desenvolvido e fabricado pela Oculus. O sonho de entrar em uma
realidade virtual pode estar mais próximo do que nunca. Isso porque o projeto
do Oculus Rift, óculos com sensor de movimentos e tela LCD embutida, já
arrecadou US$ 2,5 milhões em doações pelo site de financiamento coletivo
Kickstarter e é a grande aposta de figurões da indústria de videogames para
aumentar a imersão no mundo dos jogos.
Foram feitos alguns testes por algumas horas com um protótipo para
desenvolvedores do Oculus Rift e, apesar de ele causar náuseas e ainda ter
imagens em baixa definição, é notável como a experiência consegue ser realista
e diferente de tudo que os jogadores já experimentaram.
Sensações
Para quem joga videogames com frequência, usar o Oculus Rift acaba sendo
uma evolução natural, e nem por isso menos revolucionária, da primeira vez que
se empunhou um joystick nas mãos. Mas dessa vez, a grande diferença é a
sensação de estar literalmente dentro do jogo.
Toda movimentação de câmera é feita com a própria cabeça: olhe para o
lado e você verá o seu companheiro de equipe em uma partida online de
"Call of Duty", por exemplo; olhe para baixo e o chão enlameado do
campo de batalha aparecerá na tela.
A imersão fica ainda mais fiel por conta dos aspectos técnicos do Oculus
Rift, um acessório leve e confortável que depois de poucos instantes de uso não
parece mais estar grudado ao seu rosto. O tempo de resposta entre os comandos e
a reação do software é curto e também ajuda a desmentir a ideia mais aflorada
de artificialidade que um dispositivo de realidade virtual pode causar.
Usar o Oculus Rift é um trabalho de bandeirante. É uma nova realidade a
qual nosso cérebro precisa se adaptar para explorar
Como todo protótipo, o Oculus Rift ainda precisa de uma série de ajustes
até chegar à sua versão final, que por sinal ainda não tem data de lançamento
nem preço confirmados. Dependendo da demonstração testada, a sensação de náusea
é muito intensa. Pessoas que têm dificuldades para ler um livro no carro ou no
ônibus, por exemplo, poderão ter enjoo e fortes dores de cabeça após usar o
acessório.
Em entrevista ao site Polygon, Nate Mitchell, um dos co-criadores do
Oculus Rift, afirma que a equipe de desenvolvimento dos óculos está trabalhando
para amenizar esse problema. "No enjoo por movimento, você não consegue
perceber visualmente que as paredes estão se locomovendo. E isso é o que te
deixa com vertigem. Com o enjoo por simulação é basicamente o inverso. E são
essas coisas que queremos evitar como desenvolvedores de jogos".
Mitchell afirma ainda que movimentos rápidos para trás e para os lados,
subidas de escadas e mudanças mínimas na linha do horizonte são algumas das
situações que mais contribuem para o enjoo causado pelo Oculus Rift.
Outro obstáculo para os criadores do acessório é o fato da tela LCD do
protótipo para desenvolvedores ainda não ser em alta definição. A Oculus VR,
empresa criadora do Oculus Rift,promete
que o problema estará resolvido até o lançamento da versão comercial. Na
Gamescom deste ano, realizada em Colônia, na Alemanha, uma versão em HD pôde
ser testada.
Garçons são drones que servem os
clientes.
Iniciativa faz parte de projeto de estudantes da universidade de tecnologia.
Abriu na Holanda o primeiro ‘café drone’ do
mundo, onde em vez de típicos garçons vê-se drones a entregar o café aos
clientes. Este projeto inovador, foi desenvolvido por Tessie Tarjes, na
Universidade Tecnológica de Eindhoven. “Blue Jay”, nome de um dos drones
domésticos autônomos, aproxima-se dos clientes, registando o seu pedido.
Depois, os garçons voadores andam entre mesas com as entregas aos clientes.
“Seus olhos vão enchendo pouco a pouco, como uma
barra de download. Uma vez que tenham se iluminado completamente quer dizer que
o pedido está pronto. E outro drone leva a garrafa à mesa, fixada por meio de
uma pinça” – explica a responsável pelo projeto inovador.
Este café futurista abre na ocasião do "Dream &
Dare Festival", celebrado pelo 60º aniversário da universidade, e propõe
quatro coquetéis, com e sem álcool, todos verdes e azuis, como os olhos de
meia-lua de Blue Jay.
Dotado com uma pinça similar a uma mão humana, "a ferramenta mais funcional
para as tarefas cotidianas", este robô é capaz de voar nos interiores,
graças a alguns captores, pequenas hélices e uma bateria, contrariamente aos
drones exteriores, que funcionam com GPS.
O custo de produção deste café foram 2 mil euros,
custo esse financiado pela Universidade e investimentos privados, enquanto que
os 20 drones disponíveis são frutos de muito trabalho de estudantes
voluntários.
“Este novo tipo de drone poderá nos acompanhar na
vida diária e ser uma ferramenta muito útil para a espécie humana. Nós o vemos
como o próximo celular, que cada um pode programar como desejar”.
Com que frequência você tem muito a fazer e não tem tempo suficiente para
fazer? Frequentemente. Mas imagine ter uma mão extra para lhe ajudar a manter a
limpeza diária em dia e fazer mais coisas todos os dias. Projetado pensando em
você e especialmente em sua casa.
A iRobot projeta e constrói robôs que fazem a diferença.
A iRobot foi fundada em 1990 por especialistas em robótica do Massachusetts
Institute of Technology com o intuito de transformar os robôs de trabalhos
práticos em realidade.
Em 2013, a iRobot gerou USD 487 milhões em receitas e empregou mais de 500
profissionais de alto nível do setor de robótica, como engenheiros mecânicos,
elétricos e de software, e também pessoal de apoio relacionado. A iRobot
negocia suas ações na bolsa NASDAQ, sob o símbolo de registro IRBT.
A sede corporativa da iRobot fica em Bedford, Massachusetts-EUA. A empresa
ainda mantém escritórios na Califórnia, Reino Unido, China e Hong Kong.
Robôs domésticos iRobot: o modo mais inteligente de fazer o que é preciso.
"Os robôs
domésticos da iRobot estão revolucionando o modo com que as pessoas limpam suas
casas – interna e externamente. Mais de 10 milhões de robôs domésticos já foram
vendidos no mundo todo. O premiado robô aspirador a vácuo iRobot Roomba® é
líder em vendas. O Roomba transformou em realidade os robôs práticos pela
primeira vez e mostrou ao mundo que os robôs vieram para ficar. A aclamada
linha de robôs domésticos da iRobot inclui os seguintes modelos: iRobot
Scooba®, para escovar pisos, iRobot Braava™ robô para limpar pisos, iRobot
Mirra™, para limpeza de piscinas e iRobot Looj®, para limpeza de calhas."
iRobot Mirra
Robô para limpeza de piscinas.
Pense nisso: você tem uma piscina para aproveitá-la... ou para ficar
limpando? Agora, com o Mirra, você pode passar mais tempo se divertindo e menos
tempo limpando. E a melhor parte? Sem instalações, mangueiras nem bombas de
recalque. Basta soltá-lo na piscina e ele resolve sozinho.
iRobot Braava
Robô para limpar pisos
Mantém
pisos de superfície rígida reluzentes todos os dias, da forma mais fácil.
Uma opção
de limpeza livre de problemas, o Braava usa panos secos ou úmidos para limpar
pisos de superfície rígida, mantendo a poeira, a sujeira diária e as manchas
sobcontrole, automaticamente.
iRobotBraava 380T Custa na faixa de R$ 1.999,00
iRobot Roomba
O Robô aspirador a vácuo
Roomba é
o seu parceiro para uma casa mais limpa, ajudando você a manter a casa sem a
poeira e sujeira de todos os dias, assim, você tem mais tempo para você.
iRobot Roomba 980 Custa na faixa de R$
6.599,00.
Presente no Brasil há cerca de um
ano, a empresa norte-americana iRobot anunciou apenas nesta quarta-feira, 27/4,
a sua chegada oficial no país durante um evento realizado em São Paulo.
Com isso, a companhia traz para o mercado brasileiro suas novas linhas robôs
domésticos que consegue desviar de escadas e tapetes com a ajuda do GPS e seus
mais de 20 sensores.
Fabricados na China, os produtos da iRobot possuem preços que variam entre 2
mil reais e 9 mil reais no Brasil, dependendo do modelo.
O limite de consumo de dados não trará transtornos
apenas nos filmes e séries, mas também atinge pesquisas e outros trabalhos.
Quando saiu a notícia da divulgação de 11,5 milhões de documentos no vazamento que ficou conhecido como “Panama
Papers”, o analista de sistemas Pedro Cordeiro, 27, percebeu que, mesmo se
tivesse acesso livre aos dados brutos, não conseguiria baixá-los para realizar
uma pesquisa independente. O seu limite de consumo de internet, imposto pela
operadora Net, não permitiria que ele baixasse tal volume de documentos. Até o final deste ano, as maiores operadoras de internet no Brasil terão restrições no consumo de
dados dos usuários. De forma similar ao que acontece com a internet
por celular, quem ultrapassa sua cota mensal terá a velocidade da internet
reduzida ou cortada. Isso já é feito nas operadoras Net, Oi e, a partir de
2017, será feito também na Vivo. É a primeira vez que as operadoras adotam esse tipo de limite na internet
fixa. Antes, os usuários compravam o plano pela velocidade, mas podiam consumir
quanta internet queriam. Agora, de uma vez, todas as operadoras decidiram fixar
um limite de consumo, penalizando os usuários que usarem mais do que o
pré-definido em seu contrato. Cordeiro, especialista em ciência de dados pela Universidade John Hopkins,
fez um post no fórum Reddit
relatando a situação. Pelas contas dele, baixar os dados (no caso do “Panama
Papers”, são 2.6 TB de informações) levaria pelo menos 20 meses em seu caso.
Ele tem um plano mediano, que restringe seu consumo a 100 gigabytes. “Eu não tenho sequer a opção de ser pesquisador independente, porque a
franquia impossibilitou meu acesso à informação”, criticou. A possibilidade
levantada por Cordeiro mostra que a restrição imposta pelas operadoras vai além
de limitar o acesso a filmes, séries e games - que, normalmente, consomem mais
internet. Seu impacto é em várias áreas diferentes e vai além do
entretenimento.
Quem pode ser prejudicado com a restrição
Pesquisadores
Qualquer pessoa que precise fazer download de um volume grande
de dados para pesquisa será impactada. Para se ter uma ideia, apenas para ter
acesso às informações que serviram como base para o mapa da segregação racial, o Nexo consumiu
1,7 GB de dados.
Jogadores
Games consomem muita banda não apenas para ser baixados (Rise
of the Tom Rider, por exemplo, consumiria 21 GB; Killer Instinct, 29 GB), mas
também para serem jogados online.
Alunos de cursos à distância
Muitos cursos de universidades online oferecem aulas em
vídeos. Ter uma restrição no consumo de dados dificulta o uso deste tipo de
serviço.
Fãs de séries
Uma hora de streaming de vídeo no Netflix consome mais ou menos 1 GB de dados (ou 3 GB, se a
opção do usuário for assistir em alta resolução). Dois episódios por dia em alta
resolução são suficientes para acabar com uma franquia de 180 GB por mês - o
maior plano da Net, por exemplo, estabelece um limite de 200 GB. O da Vivo é
limitado em 130 GB.
Famílias ou pessoas que compartilham a internet
Os limites são fixados por plano contratado. Ou seja: se uma
pessoa da casa quer ver uma série no Netflix e a outra quer baixar um grande
volume de dados para uma pesquisa, as duas consomem os dados da franquia - e,
portanto, o limite será atingido mais cedo.
Como a sociedade tem se comportado com a situação
A limitação no consumo de dados é permitida pela Anatel (Agência Nacional de
Telecomunicações), que impôs duas regras para isso: disponibilizar uma
ferramenta para que o usuário acompanhe o consumo e informar quando o limite está
próximo. Mas duas das maiores entidades de defesa do consumidor, a ProTeste e o Idec
(Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) preparam ações contra a medida.
Para elas, as operadoras estão agindo de forma irregular. “O Marco Civil da Internet prevê que a internet é um serviço essencial, para
todos e não pode ser cortado a não ser por falta de pagamento. O consumidor não
pode ser conivente com esse corte”, disse ao Nexo Maria Inês
Dolci, coordenadora institucional da Proteste. A entidade move uma ação contra
os limites impostos pelas operadoras Vivo, Oi, Claro, Tim e Net. O Idec também entrou neste mês com uma ação civil pública. Ela se baseia no
mesmo artigo usado como referência pela ProTeste e também no Código de Defesa
do Consumidor, segundo o qual o preço de um serviço não pode ser elevado sem
justa causa, o que tornaria nulos os contratos que usam o novo modelo de
franquias. “A alteração foi feita sem justificativa técnica ou econômica”,
argumenta Rafael Zanatta, pesquisador em telecomunicações da entidade. O instituto estuda também levar o caso ao Cade (Conselho Administrativo de
Defesa Econômica). O argumento é que a medida foi tomada de forma coordenada
por empresas que concentram mais de 90% do mercado em um período de menos de
três meses.
“É um crime contra a ordem econômica, um falseamento
do regime de livre mercado. O consumidor não tem para onde correr.”
Rafael Zanatta
Pesquisador em telecomunicações do Idec.
Zanatta avalia que a medida deve também criar duas classes de acesso à
internet no Brasil, uma para os mais pobres e outra para os que têm dinheiro
para contratar os planos mais caros. “O governo federal está assoberbado com
impeachment e não está olhando para o problema. Os usuários das plataformas
precisam entender o caso e se manifestar”, afirma. Há mais iniciativas em curso contra a medida. Pedro Cordeiro planeja criar,
junto a amigos advogados, uma associação chamada Internet Justa. O grupo está
preparando uma ação civil pública contra as operadoras e quer mover uma ação
popular contra a Anatel por omissão sobre o assunto.