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WAZE PARA PEDESTRES

13:35
 Lançado em São Paulo no final de 2015, o aplicativo Sem Carro é uma ferramenta que tem potencial para chamar atenção. Considerado um "Waze para pedestres", esse app pretende ajudar aqueles que andam por aí sem carro e se apoiam no uso de outros modais.
A função principal do Sem Carro é traçar rotas para quem quer economizar na passagem e traz informações em tempo real dos transportes públicos. Em sua nova versão, o aplicativo passa a atender mais localidades além da capital paulista, como a cidade do Rio de Janeiro. A previsão, porém, é expandir o negócios para outras capitais e localidades do Brasil.


O que faz o Sem Carro?

 Em sua essência, o aplicativo mostra trajetos de metrô, ônibus, à pé, de bicicleta, de táxi – uma parceria com o 99 táxis – ou mesmo usando o aplicativo Uber. Além disso, dependendo do caminho, o Sem Carro sugere uma combinação de vários meios de transporte.
Além desse serviço, o Sem Carro mostra também locais próximos de vários tipos, como restaurantes, museus, academias, estações de metrô e muito mais. Clique no ícone com os três traços no canto superior esquerdo da tela e selecione a opção "Lugares". Depois disso, basta selecionar uma categoria e esperar que o aplicativo mostre as sugestões.
Clicando em um ponto destacado você pode ver mais sobre ele e abrir uma navegação de trajeto para saber como chegar lá de forma fácil. O Sem Carro possui uma lista de locais nos quais você pode alugar ou devolver uma bicicleta, o que facilita quem quer se locomover dessa forma mas ainda não possui uma bike própria.

Saiba oque são Impressoras 3D e conheça algumas de suas criações.

18:51
Você já deve ter ouvido falar sobre impressoras 3D, mas provavelmente ainda não tem uma em casa. Em breve essa historia pode mudar, essas máquinas estão se popularizando e promovendo mudanças profundas no mercado ao oferecer uma escolha entre produção em massa e customização, entre indústria e manufatura. A impressão 3D estreita a fronteira entre virtual e físico, mundo digital e mundo real.

O setor está deixando de ser apenas um hobby de poucos para se expandir a um mercado corporativo amplo, que engloba desde quem deseja apenas experimentar o que uma impressora 3D pode fazer até aqueles que desenvolvem produtos bastante específicos.

Nos últimos anos, alto preço e dificuldade de manuseio afastavam os interessados, mas isso está mudando. Com alguns dos últimos modelos, criar o produto que você quiser é apenas uma questão de gerar (ou baixar) um modelo de design virtual; modificá-lo, se for preciso, para adequar o objeto ao seu gosto, e então enviar o arquivo para ser impresso. Tão fácil quanto imprimir uma foto.

O que poucos sabem é que este tipo de tecnologia já é antiga e só ficou conhecida pela grande maioria das pessoas há pouco tempo.
Como funciona?
A impressão 3D, ou Fused Deposition Modeling (FDM) (modelagem por fusão e depósito) funciona basicamente através da adição de camadas sobrepostas. Os objetos são impressos camada por camada até ser moldada a forma final. Para se criar um objeto a ser impresso em 3D, ele deve ser desenvolvido em um computador. Após criar o modelo tridimensional é necessário inseri-lo no software da impressora. O criador ainda deve definir as dimensões da imagem. O software da impressão irá compilar todos os dados e sistematizar em várias camadas. Em seguida inicia-se a impressão. Nesta etapa o injetor de matéria esquenta e suga um filete plástico que está na bobina. Na medida em que o material derrete, ele é injetado em uma base, que se movimenta em dois eixos e cria as camadas. O processo então é feito camada por camada, desta forma, quando uma fica pronta, outra se inicia até que o objeto fique totalmente pronto.
Os materiais mais comuns utilizados nas impressoras 3D são o plástico ABS (ou Acrilonitrila Butadieno Estireno). Este tipo de polímero é bastante rígido e leve, apresentando um bom equilíbrio entre resistência e flexibilidade e o PLA (ácido poliático), que é um polímero biodegradável, produzido a partir de ácido láctio fermentado a partir de culturas. Lembrando que eles não são os únicos, mas sim os mais comuns. Também existem as impressoras 3D por fusão a laser. Neste caso, os materiais utilizados mais comuns são o plástico e metal. Diferentemente das impressoras de fusão e acumulação, em que a matéria-prima é fornecida por filamentos plásticos, aqui o material é em formato de um pó ultrafino que é bombardeado por um laser de alta potência até que entre em ponto de fusão para formar as camadas.
Para que um objeto seja impresso com a tecnologia tridimensional é preciso que se tenha um projeto e software de edição 3D instalado no computador. Muitas empresas que investem na fabricação deste tipo de equipamento oferecem também aplicativos, que facilitam o uso da tecnologia tridimensional, como é o caso da impressora de brinquedos lançada pela Mattel. Pode-se investir também em cursos gratuitos na internet, que ensinam como criar projetos em 3D.
Quanto custa uma impressora 3D?
O mercado das impressoras 3D expandiu muito nos últimos anos e já existem fabricantes brasileiras do produto. Ou seja, para adquirir a máquina pode-se optar por um modelo importado, ou um fabricado aqui mesmo, no Brasil. No Mercado Livre há diversas opções do produto, com preços que variam entre R$ 1.200 a R$ 19.599. Em breve a impressora 3D de brinquedos da Mattel, deve chegar ao mercado custando U$ 300 dólares (cerca de R$ 1.200), preço muito mais em conta do que o habitual cobrado pelas impressoras 3D.

Algumas criações feitas com impressoras 3d.

Fones de ouvido
Um dos objetos que as impressoras 3D são capazes de fazer são fones de ouvido feitos especialmente para se adaptar ao formato do ouvido do usuário.

Comida

 Além de objetos, as impressoras 3D também permitem fabricar comida, de vários tipos. Você pode escolher entre o modelo criado no MIT que faz sorvete em 15 minutos, a impressora inglesa que imprime frutas graças à tecnologia de gastronomia molecular e a Pancake Bot, que faz comida em formatos inusitados, como da Torre Eiffel.

Para os chocólatras de plantão, tem uma impressora feita especialmente pensada em vocês, a Chocabyte. O modelo, compacto e baratinho, tem formato de cafeteira e é capaz de produzir os chocolates mais variados, basta escolher o modelo que você preferir, com tamanho de 5 centímetros de largura e altura, por 2,5 centímetros de espessura.

Veículos
 Não somente objetos pequenos e compactos podem ser criados pelas impressoras 3D. Depois da Airbike, a bicicleta feita de nylon, chegou a vez de criar nada mais, nada menos que um carro usando a tecnologia. O veículo foi apresentado na mostra internacional Manufactoring Technology Show, em setembro de 2014, e teve seu test drive feito por jornalistas americanos nas ruas de Nova York. O mais inusitado é que o carro pode ser derretido para dar forma a um novo.

Construções
 Se você ficou surpreso com o item anterior, certamente ficará com este também. Impressoras 3D foram capazes de fabricar casa, prédio e até castelo. Isso mesmo. Depois do projeto de construção de um prédio totalmente a partir desta tecnologia, e da produção de casas impressas em 3D com lama com o objetivo de ser uma solução mais acessível, chegou a vez dos castelos.


 Projetado pelo americano Andrey Rudenko, o castelo foi criado com as dimensões de uma casa para crianças. Ele foi fabricado na impressora RepRep, que é um projeto de código aberto bastante popular entre os entusiastas da técnica em 3D. O dispositivo imprimiu camadas de concreto de 1 centímetro de altura por 3 centímetros de largura e seu acabamento é melhor do que o de outras impressoras 3D de concreto.

Instrumentos Musicais
 As impressões tridimensionais já começaram a invadir o mundo da música, como, por exemplo, a guitarra brasileira com estrutura totalmente criada através de impressoras 3D. O modelo da Robtec foi apresentado em 2014 no 11º Seminário de Tecnologias, em São Paulo. Ainda, um grupo de estudantes da Universidade de Lund, na Suécia, se tornou a primeira banda a fazer um show a partir de instrumentos inteiramente fabricados a partir de impressoras 3D.


 O professor Olaf Diegel foi a primeira pessoa de que se tem notícia a produzir um instrumento em uma impressora tridimensional, um saxofone, há mais de dois anos. A apresentação da banda contou com duas guitarras elétricas, uma bateria e um teclado, todos desenhados por Diegel e produzidos através de impressora 3D.

Avanços na medicina
 Uma das utilidades mais significativas dos objetos impressor em 3D, senão a melhor delas, é poder ajudar na medicina. Cada vez mais, a tecnologia é capaz de produzir objetos que ajudem em pesquisas ou no tratamento ou recuperação de pacientes com os mais diversos tipos de doença. Já foram criadas, por exemplo, mandíbula humana e mapas impressos em 3D para ajudar deficientes visuais.

No entanto, o mais comum são as próteses, das mais diversas. Desde a prótese de braço para um menino que nasceu sem o braço direito, 114 vezes mais barata do que a oferecida por seus médicos, até a prótese de vértebra. Ainda, cientistas conseguiram criar cartilagem a partir de impressora 3D, além do exoesqueleto que foi capaz de ajudar uma mulher paralisada a andar.

Agora um vídeo que mostra um pouco da funcionalidade de uma impressora 3D.



Realidade Virtual

17:18

A RV (Realidade virtual) é uma tecnologia de interface avançada entre um usuário e um sistema operacional. O objetivo dessa tecnologia é recriar ao máximo a sensação de realidade para um indivíduo, levando-o a adotar essa interação como uma de suas realidades temporais. Para isso, essa interação é realizada em tempo real, com o uso de técnicas e de equipamentos computacionais que ajudem na ampliação do sentimento de presença do usuário.
Além da compreensão da RV como simulação da realidade através da tecnologia, a RV também se estende a uma apreensão de um universo não real, um universo de ícones e símbolos, mas permeando em um processo de significação o espectador desse falso universo o fornece créditos de um universo real. Em suma, uma realidade ficcional, contudo através de relações intelectuais, a compreendemos como sendo muito próxima do universo real que conhecemos.

A RV pode ser utilizada em uma diversidade de coisas, que envolvem desde jogos, entretenimento, ensino, dentre outras inúmeras possibilidades possíveis.


Está ficando muito conhecido a RV através do Oculus Rift, que é um bom exemplo de como pode ser utilizado esta "nova ferramenta".
Sendo muito utilizada atualmente na área dos jogos e entretenimento, mas também com grande expectativas na área de ensino em escolas, simuladores e até mesmo na área da saúde.





Sem dúvidas é uma ferramenta que será muito útil em um futuro não muito distante e que virá a contribuir, e muito, com nossa evolução tecnológica.
Fonte: Wikipedia

Correio drone já está presente na Austrália.

19:18

O Australia Post, serviço australiano de correios, concluiu com sucesso o uso de drones para entregar pequenos pacotes, o que abre caminho para que o teste de entregas à domicílio de consumidores comece ainda em 2016.

A empresa estatal informou que os drones serão usados para entrega de itens comprados online e de produtos sensíveis, como medicações.

“Nós colocaremos essa tecnologia inovadora para funcionar nas próximas semanas e meses para entender o que ela pode entregar, quão longe pode viajar e como nossos consumidores poderiam receber um pacote”, afirmou Ahmed Fahour, diretor do Australia Post.

Os serviços postais de todo o mundo estão sofrendo com a queda de seu negócio central, o de entrega de cartas, à medida que os clientes recorrem à internet para usar desde formas de correspondência até cartões de saudação.

O Australia Post é a primeira empresa do país a usar drones para fazer entregas, mas é improvável que consiga penetrar nas maiores cidades. O protótipo da Amazon colocado no ar no ano passado teve de voar 24 quilômetros até o destino final.

Fonte: G1

Carros autônomos: Beneficios, Desenvolvimento e Investimento.

08:58

Veículos autônomos também conhecidos como carros robóticos ou carros sem motorista têm como seu principal objetivo integrar um conjunto de tecnologias de sensores, de sistemas de controle e atuadores para sensoriar o ambiente, determinar as melhores opções de ação e executar estas ações de forma mais segura e confiável do que poderia ser obtida por um condutor humano comum. Ainda que as pesquisas estejam adiantadas, até a presente data estes veículos ainda não estão disponíveis para uso geral.

Atualmente, diversos recursos tecnológicos como freios ABS, comunicação inter-veicular e outros recursos, já automatizam processos específicos de um veículo, porém a decisão final de navegação ainda é do condutor humano. Os veículos autônomos, assim, têm como objetivo substituir o condutor humano por um sistema de controle computacional que integre os recursos tecnológicos do veículo. Diversas técnicas diferenciadas têm sido desenvolvidas pelos grupos de pesquisa ao redor do mundo para atingir estes objetivos.

FORD, VOLVO, GOOGLE E UBER SE UNEM POR CARROS AUTÔNOMOS NOS EUA.

Nova associação tem como objetivo facilitar a entrada dos veículos sem motoristas no mercado norte-americano.

As montadoras Ford e Volvo, o Google e o serviço de carros com motoristas particulares Uber, na última terça-feira (26), iniciaram uma aliança, que tem como objetivo facilitar a entrada dos carros autônomos sem motoristas no mercado dos Estados Unidos.

Segundo comunicado, a associação, chamada de Coalizão de Carros Autônomos para Ruas Mais Seguras, quer “trabalhar com os legisladores, os reguladores e o público a fim de aproveitar vantagens - em termos de segurança  para a sociedade - dos veículos autônomos”.

De acordo com David Strickland, porta-voz da coalizão e ex-chefe da Administração Nacional de Segurança de Tráfego em Rodovias (NHTSA, em inglês) dos EUA, os carros autônomos precisam de uma normativa federal clara, e a aliança trabalhará com as autoridades competentes para encontrar soluções que facilitem a locomoção desses veículos.

Atualmente, a legislação norte-americana permite que os carros autônomos sejam utilizados apenas em testes. Entre as empresas integrantes da associação, o Google é a que há mais tempo trabalha com o desenvolvimento desse tipo de veículo, lançando, em 2014, um protótipo sem pedais, volante e que se locomove sozinho, chamado de Google Car.


Google e seu desenvolvimento.


O protótipo do carro do Google é bem compacto e lembra vagamente um cherry smart coupe, possuindo espaço para apenas dois passageiros. O funcionamento parece ser o mais simples possível: basicamente, você precisa entrar no carro, apertar um botão e dizer para onde quer ir. O carro começará a andar sozinho e mostrará o trajeto em uma tela no painel.

Aceleração, freio e direção são controlados por um computador que recebe constantemente dados de sensores que são capazes de detectar objetos a uma distância de mais de dois campos de futebol em todas as direções. Se você notar que algo está dando errado, há um botão para parar o carro, mas os equipamentos são redundantes: há dois sistemas de freio e dois de aceleração. Em caso de falha num deles, o outro entra em ação.

Como segurança é um fator bem importante em um carro que anda sem intervenção humana, o veículo possui algumas características bem peculiares: a velocidade máxima foi limitada em 40 km/h, a frente é construída com espuma e o para-brisa é flexível. Portanto, se o carro do Google não detectar um pedestre ou um ciclista na rua, por exemplo, o choque será amortecido.

O Google pretende construir mais 100 protótipos desses carros durante os próximos dois anos e espera testá-los ainda este ano nas ruas da Califórnia. Apesar disso, a empresa não quer se tornar uma montadora de automóveis.


Alguns benefícios que virão com essa tecnologia.
-Redução dos acidentes de trânsito provocados por fatores humanos;

-Possibilidade de deficientes (motoras ou visuais) utilizarem o automóvel sem auxílio de terceiros;

-Aumento da produtividade já que o condutor pode realizar outras atividades durante o processo de navegação;

-Otimização dos recursos veiculares através da utilização adequada dos componentes.

-Aumento da capacidade de tráfego das vias com a redução das distâncias entre os veículos, em função de menor tempo de reação para frenagens.


Um caso bem animador.

Os carros capazes de andar sozinhos do Google ainda não chegaram ao mercado, mas pelo menos já fizeram um consumidor feliz. Steve Mahan, norte-americano que tem apenas 5% da visão, foi o escolhido do gigante da web para “dirigir” um de seus carros em um percurso de 300 km pelas estradas do estado de Milwaukee.

“95% de minha visão se foi. Assim você perde muito tempo e tudo demora muito. Há lugares em que você não pode ir, coisas que realmente não pode fazer. Isso mudaria minha vida me dando flexibilidade e independência para ir a lugares em que eu quero ou preciso a qualquer hora” – afirmou no vídeo.



O que é Oculus Rift?

22:13

 Oculus Rift é um equipamento de realidade virtual para jogos eletrônicos, desenvolvido e fabricado pela Oculus. O sonho de entrar em uma realidade virtual pode estar mais próximo do que nunca. Isso porque o projeto do Oculus Rift, óculos com sensor de movimentos e tela LCD embutida, já arrecadou US$ 2,5 milhões em doações pelo site de financiamento coletivo Kickstarter e é a grande aposta de figurões da indústria de videogames para aumentar a imersão no mundo dos jogos.

Foram feitos alguns testes por algumas horas com um protótipo para desenvolvedores do Oculus Rift e, apesar de ele causar náuseas e ainda ter imagens em baixa definição, é notável como a experiência consegue ser realista e diferente de tudo que os jogadores já experimentaram.

Sensações

Para quem joga videogames com frequência, usar o Oculus Rift acaba sendo uma evolução natural, e nem por isso menos revolucionária, da primeira vez que se empunhou um joystick nas mãos. Mas dessa vez, a grande diferença é a sensação de estar literalmente dentro do jogo.

Toda movimentação de câmera é feita com a própria cabeça: olhe para o lado e você verá o seu companheiro de equipe em uma partida online de "Call of Duty", por exemplo; olhe para baixo e o chão enlameado do campo de batalha aparecerá na tela.

A imersão fica ainda mais fiel por conta dos aspectos técnicos do Oculus Rift, um acessório leve e confortável que depois de poucos instantes de uso não parece mais estar grudado ao seu rosto. O tempo de resposta entre os comandos e a reação do software é curto e também ajuda a desmentir a ideia mais aflorada de artificialidade que um dispositivo de realidade virtual pode causar.

Usar o Oculus Rift é um trabalho de bandeirante. É uma nova realidade a qual nosso cérebro precisa se adaptar para explorar

Como todo protótipo, o Oculus Rift ainda precisa de uma série de ajustes até chegar à sua versão final, que por sinal ainda não tem data de lançamento nem preço confirmados. Dependendo da demonstração testada, a sensação de náusea é muito intensa. Pessoas que têm dificuldades para ler um livro no carro ou no ônibus, por exemplo, poderão ter enjoo e fortes dores de cabeça após usar o acessório. 

Em entrevista ao site Polygon, Nate Mitchell, um dos co-criadores do Oculus Rift, afirma que a equipe de desenvolvimento dos óculos está trabalhando para amenizar esse problema. "No enjoo por movimento, você não consegue perceber visualmente que as paredes estão se locomovendo. E isso é o que te deixa com vertigem. Com o enjoo por simulação é basicamente o inverso. E são essas coisas que queremos evitar como desenvolvedores de jogos".

Mitchell afirma ainda que movimentos rápidos para trás e para os lados, subidas de escadas e mudanças mínimas na linha do horizonte são algumas das situações que mais contribuem para o enjoo causado pelo Oculus Rift.

Outro obstáculo para os criadores do acessório é o fato da tela LCD do protótipo para desenvolvedores ainda não ser em alta definição. A Oculus VR, empresa criadora do Oculus Rift,  promete que o problema estará resolvido até o lançamento da versão comercial. Na Gamescom deste ano, realizada em Colônia, na Alemanha, uma versão em HD pôde ser testada.

Fonte: G1

Conheça o primeiro ‘café drone’ do mundo.

21:27
Garçons são drones que servem os clientes.
Iniciativa faz parte de projeto de estudantes da universidade de tecnologia.

Abriu na Holanda o primeiro ‘café drone’ do mundo, onde em vez de típicos garçons vê-se drones a entregar o café aos clientes. Este projeto inovador, foi desenvolvido por Tessie Tarjes, na Universidade Tecnológica de Eindhoven. “Blue Jay”, nome de um dos drones domésticos autônomos, aproxima-se dos clientes, registando o seu pedido. Depois, os garçons voadores andam entre mesas com as entregas aos clientes.

“Seus olhos vão enchendo pouco a pouco, como uma barra de download. Uma vez que tenham se iluminado completamente quer dizer que o pedido está pronto. E outro drone leva a garrafa à mesa, fixada por meio de uma pinça” – explica a responsável pelo projeto inovador.

Este café futurista abre na ocasião do "Dream & Dare Festival", celebrado pelo 60º aniversário da universidade, e propõe quatro coquetéis, com e sem álcool, todos verdes e azuis, como os olhos de meia-lua de Blue Jay.

Dotado com uma pinça similar a uma mão humana, "a ferramenta mais funcional para as tarefas cotidianas", este robô é capaz de voar nos interiores, graças a alguns captores, pequenas hélices e uma bateria, contrariamente aos drones exteriores, que funcionam com GPS.

O custo de produção deste café foram 2 mil euros, custo esse financiado pela Universidade e investimentos privados, enquanto que os 20 drones disponíveis são frutos de muito trabalho de estudantes voluntários.

“Este novo tipo de drone poderá nos acompanhar na vida diária e ser uma ferramenta muito útil para a espécie humana. Nós o vemos como o próximo celular, que cada um pode programar como desejar”.


 
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